"Conforme o secretário estadual da segurança, cidadania e justiça, João Costa, as unidades prisionais estam sem estrutura para acolhimento dos presos"
Não é de hoje os problemas na saúde pública do Tocantins que culminaram no decreto de calamidade pública na saúde, o sistema carcerário já apresentou sérios problemas como superlotação, casos de tortura física e psicológica, e falta de alimentação. Essas foram as denúncias presentes no relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) durante o mutirão carcerário em 2009. Quase dois anos se passaram desde a referida vistoria e a situação não melhorou, pois no relatório apresentado pelo secretário estadual da segurança, cidadania e justiça, João Costa, na audiência pública, convocada pela Comissão de Segurança e Justiça do Tocantins, as unidades prisionais estam sem estrutura para acolhimento dos presos, com tetos e portas quebradas, sem banheiro, com infiltrações, sem móveis e superlotadas. Segundo dados da Secretaria da Segurança, Cidadania e Justiça, atualmente o Tocantins possui 1.900 vagas no sistema prisional, entretanto já estam presos 2.400 pessoas que representam cerca de 30% a mais de sua capacidade.
Ações da Gestão atual
Para Costa, a crise é resultado das más gestões nos últimos oito anos que deixaram uma “herança maldita”, todavia a gestão atual está pagando quase R$ 2 milhões referentes a aluguéis que não foram quitados. Soma-se a isso, a agilidade do governador Siqueira Campos que conseguiu uma linha de crédito nos Estados Unidos para financiar a reestruturação do sistema penitenciário do Estado. O presídio Barra da Grota, o maior da região do norte do Estado, está em reforma e custando cerca de R$ 9 milhões, e terá capacidade para abrigar até 420 detentos.
Fonte: Jornal Stylo
Nos passos do Mestre Jesus,
D.D.Borges Aguiar
Pastor Titular da AD Missão Cristo Vive (IADMCV)
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