quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Jornalista afirma que imprensa brasileira trata cristãos como "maioria desprezível"


A postura da imprensa nacional a respeito dos massacres cometidos ao redor do mundo contra cristãos foi tema de uma crônica do jornalista Paulo Eduardo Martins. Segundo Martins, a mídia brasileira tem interesse em defender as “minorias oprimidas”, e trata os cristãos como uma “maioria desprezível”.
Em 2012, mais de 100 mil cristãos foram assassinados em todo o mundo por questões de perseguição religiosa, de acordo com informações do Centro de Liberdade Religiosa na Itália.

Paulo Eduardo Martins afirmou ainda que a postura da mídia é “um reflexo inconsciente de uma postura ideológica anticristã, que domina os meios intelectualizados”. Em sua crítica, o jornalista ressaltou ainda que “os valores cristãos são obstáculos para que os socialistas implantem suas ideias mirabolantes e façam possível o tal ‘outro mundo’”.

A desvalorização do cristianismo na mídia seria, na opinião de Martins, uma ação implementada para atender interesses de grupos políticos: “Por isso, essa gente precisa destruir os valores do cristianismo, pra poder inserir seus novos valores no lugar. Daí, a perseguição aos cristãos não comove, não choca. Qualquer coisa que enfraqueça o cristianismo é potencializada, é usada como uma ferramenta de destruição, seja ela outra religião, movimentos que afrontam valores, ou mesmo movimentos de desmoralização, como vimos na visita do papa ao Brasil”, exemplificou.

“Retratado como retrógrado ou opressor, o cristão está constrangido. Defender cristão virou coisa brega. As próprias instituições cristãs caem nesse jogo, e denunciam timidamente essa perseguição. E a tendência é que a matança só venha a aumentar. A saída para os cristãos é entender que são vítimas de uma estratégia e reagir, pois com a consciência, coragem, com a sabedoria cristã, não há ideia, não há espada, não há foice e martelo que tenha força suficiente para derrubar uma cruz”, resumiu. 



Fonte: Gospel +

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

No Brasil, a cada 1 hora e meia morre 1 mulher vítima de violência masculina


Quase 17 mil mulheres foram mortas vítimas de agressões, entre 2009 e 2011, por causa de conflitos de gênero, ou seja, apenas por ser do sexo feminino, segundo o estudo Violência Contra a mulher: Feminicídios no Brasil,divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).  
O número representa uma média de 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia ou ainda um óbito a cada hora e meia. O feminicídio ou femicídio é a morte de mulher em decorrência de conflitos de gênero, ou seja, pelo fato de ser mulher.

A região Nordeste lidera o ranking com a maior taxa de feminicídios do País entre 2009 e 2011, com 6,9 mortes violentas a cada 100 mil mulheres. O segundo lugar pertence ao Centro-Oeste, onde houve 6,86 casos para cada 100 mil mulheres. Depois, vem a região Norte, com 6,42. O Sudeste e o Sul têm as melhores taxas, com 5,14 e 5,08, respectivamente (veja mais no quadro abaixo).  


Este tipo de crime é, geralmente, cometido por homens, principalmente parceiros ou ex-parceiros. Decorrem, geralmente, de situações de abusos no domicílio, ameaças ou intimidação, violência sexual ou situações nas quais a mulher tem menos poder ou menos recursos do que o homem.  

Os parceiros íntimos são os principais assassinos de mulheres. Aproximadamente 40% de todos os homicídios de mulheres no mundo são cometidos por um parceiro íntimo. Em contraste, essa proporção é próxima a 6% entre os homens assassinados. Ou seja, a proporção de mulheres assassinadas por parceiro é 6,6 vezes maior do que a proporção de homens assassinados por parceira.  


O estudo indica ainda que metade dos feminicídios foi cometida com o uso de armas de fogo e 34%, de instrumento perfurante, cortante ou contundente. Os enforcamentos ou sufocações responderam por 6% do total. Os maus-tratos – incluindo agressão por meio de força corporal, força física, violência sexual, negligência, abandono e outras síndromes de maus-tratos (abuso sexual, crueldade mental e tortura) – foram registrados em 3% dos óbitos. Leia + 

Pastor Silas Malafaia lança Seguro de Vida para evangélicos


O pastor Silas Malafaia anunciou o lançamento de um plano de seguro de vida voltado para evangélicos, com benefícios para consumo em empresas cadastradas.

Chamado de Rede Abençoadora, o produto foi anunciado como projeto social, pois oferece descontos em farmácias e clínicas, além de cobrir morte acidental em transporte coletivo com indenização de R$ 50 mil e morte por acidentes diversos com indenização de R$ 25 mil.
Segundo o anúncio do pastor no programa Vitória em Cristo do último sábado, 21 de setembro, o seguro também cobre os imóveis contra raios, incêndios, explosão e implosão, indenizando os beneficiários em R$ 50 mil.
Nesta modalidade de sinistro, somente as casas de alvenaria e que não estejam passando por reforma ou ainda em fase de construção é que são beneficiadas.

Este seguro de vida é uma parceria entre a Associação Vitória em Cristo (AVEC) e a Zurich Seguros, multinacional do ramo. O Rede Abençoadora é um seguro voltado para as classes D e E, caracterizadas pela baixa renda.

Fonte: Gospel + 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Lançamento da Campanha Aliança com Deus


Hoje, às 19h30min, será o Lançamento da Campanha Aliança com Deus. A programação contará com a presença das Igrejas Assembleia de Deus Ministério Missão Cristo Vive (IADMCV) em Palmas e ocorrerá na Sede Nacional da IADMCV, localizada na Avenida Araguaia, quadra 77, Aureny 3 – Palmas/TO – Brasil.

A Campanha Aliança com Deus terá inicio dia 25 de setembro e encerrará dia 6 de outubro de 2013. Os propósitos são:
1.    Despertar a Igreja para o valor da Aliança com Deus;
2.    Promover o Aniversário de 12 anos da IADMCV;
3.    Promover o Congresso de Jovens e Senhoras.

Para participar dessa campanha é necessário:
·         Aliançar 3 pessoas não crentes;
·         Aliançar crentes (Quantos desejar);
·         Participar de 1 dos 3 períodos de oração diariamente numa IADMCV.

A cada três dias, a Igreja estará orando e jejuando por temas diferentes. Procure uma IADMCV e participe! Viva em aliança com Deus!


sábado, 21 de setembro de 2013

1º Culto de Missões Urbanas


A Igreja Assembleia de Deus Ministério Missão Cristo Vive – Taquari (IADMCV – TAQUARI) promoverá neste domingo (22/9) o 1º Culto de Missões Urbanas de 2013. O objetivo é:

·         Resgatar almas para Jesus;
·         Despertar o espírito missionário nos participantes;
·         Estruturar o Ministério de Missões Urbanas.

O Preletor será o Evangelista Itamar – Palmas/TO e o evento supracitado é uma das atividades do Projeto JUPE que visa alcançar 80 almas para Jesus até o final de maio de 2013.

INFORMAÇÕES
EVENTO: Culto de Missões Urbanas
TEMA: Missões na Era do Espírito Santo (Atos 1. 8)
LOCAL: Assembleia de Deus Ministério Missão Cristo Vive – Taquari (IADMCV – TAQUARI)

ENDEREÇO: T 31, Conjunto 19, Lote 3, Setor Taquari – Palmas/TO 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Paul Freston analisa Marco Feliciano


Feliciano em perspectiva (histórica, global, contemporânea e futura)
Este artigo não é mais uma denúncia indignada (muito menos, uma defesa apaixonada) do deputado federal evangélico Marco Feliciano, que desde março de 2013 preside a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. É uma tentativa de recuar um pouco, de conseguir uma certa altura, para entender melhor de onde vem um fenômeno como Feliciano e o que está e não está em jogo no caso dele.

Perspectiva histórica
Nos últimos cinquenta anos no Brasil, o catolicismo tem sido mais associado à defesa dos direitos humanos do que o protestantismo. Mas, historicamente, o contrário foi verdadeiro. O catolicismo somente incorporou uma preocupação com os direitos humanos a partir do Concílio Vaticano II, nos anos 60. E, mesmo assim, mais em alguns países - como o Brasil - do que em outros - como a Argentina. O chefe da Igreja Católica argentina, durante o brutal regime militar que durou de 1976 a 1983, disse que os supostos desaparecidos estavam todos no exílio dourado em Paris. Porém, o papa João Paulo II, em uma de suas visitas à América Latina, afirmou que “à mensagem do evangelho pertencem todos os problemas dos direitos humanos”.
O protestantismo, por outro lado, constitui a confissão religiosa mais profundamente ligada à evolução de conceitos de direitos humanos, culminando no forte envolvimento protestante na carta fundante das Nações Unidas em 1945 e na Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948. Daí a ironia da situação atual no Brasil.

Perspectiva global
O que está em jogo (ou deveria estar em jogo) na controvérsia em torno de Marco Feliciano? Não é o conceito de Estado laico!
A “teoria da secularização” (quanto mais moderno, mais secular) tem sido fortemente questionada desde os anos 80. Nas últimas décadas, muitos estudiosos abandonaram (pelo menos parcialmente) a teoria da secularização e adotaram a ideia de “modernidades múltiplas” (há várias maneiras de sermoderno, inclusive maneiras religiosas). A religião continua (ou volta a estar) em evidência na vida política de várias regiões do mundo. Na realidade, a relação da religião com a vida pública ao redor do mundo é extremamente variada, assim como a relação entre religião e Estado. Há uma sofisticação crescente nas análises da relação entre religião e Estado. Várias tipologias foram propostas. Utilizo aqui uma do cientista político turco Ahmet Kuru, que propõe um “continuum”:
1. Estados religiosos (Ex.: Irã).
2. Estados com uma religião estabelecida (Ex.: Inglaterra) ou várias religiões estabelecidas ou oficializadas (Ex.: Indonésia).
3. Estados com a “laicidade passiva” ou “plural”, ou seja, a neutralidade estatal e permissão para a visibilidade pública da religião (Ex.: Estados Unidos).
4. Estados com a “laicidade agressiva” ou “de combate”, ou seja, que exclui a religião da esfera pública (Ex.: França, Turquia).
5. Estados antirreligiosos (Ex.: Coreia do Norte). Uma coisa que vemos dessa tipologia é que a frase “o Estado é laico” significa pouco, pois as últimas três opções (muito diferentes entre si) poderiam caber nessa frase. Frequentemente, há um uso ideológico desse lema para deslegitimar uma proposta adversária.
Não há modelo ideal de relações entre religião e Estado. O que há é sempre uma evolução a partir de realidades locais. A força de tradições locais não desaparece com mudanças meramente legais. Não há, por exemplo, resposta definitiva à pergunta se a França tem razão em proibir o uso do véu em determinados ambientes. O véu pode significar coisas diferentes em países diferentes.

Finalmente, os estudiosos têm chamado a atenção para a diferença entre as relações entre Igreja e Estado e as relações entre religião e política. Há muitos países que não têm igreja estabelecida, mas têm uma vida política muito imbuída pelos impulsos e valores religiosos. Não há nada de antimoderno nem, muito menos, de antidemocrático nisso. Leia mais
Fonte: Ultimato

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Campanha de Batismo com Espírito Santo


Hoje às 19hs, iniciará a Campanha de Batismo com Espírito Santo na Igreja Assembleia de Deus Ministério Missão Cristo Vive – Taquari (IADMCV – TAQUARI). Essa campanha encerrará no domingo (22/09).

Nossa busca nessa campanha é pelo batismo com o Espírito Santo e os Dons Espirituais. Para tanto, estamos;
·         Orando 30 minutos diários, no mínimo;
·         Realizando 4 Jejuns semanal;
·         Lendo o livro de Atos dos Apóstolos.

Participe conosco dessa intensa campanha e seja cheio do Espírito Santo “E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito” (Efésios 5. 18)

Nos passos do Mestre Jesus,


Evangelista D. D. Borges Aguiar