A postura da imprensa nacional a
respeito dos massacres cometidos ao redor do mundo contra cristãos foi tema de
uma crônica do jornalista Paulo Eduardo Martins. Segundo Martins, a mídia
brasileira tem interesse em defender as “minorias oprimidas”, e trata os
cristãos como uma “maioria desprezível”.
Em 2012, mais de 100 mil cristãos foram assassinados em todo
o mundo por questões de perseguição religiosa, de acordo com informações do
Centro de Liberdade Religiosa na Itália.
Paulo Eduardo Martins afirmou ainda que a
postura da mídia é “um reflexo inconsciente de uma postura ideológica
anticristã, que domina os meios intelectualizados”. Em sua crítica, o
jornalista ressaltou ainda que “os valores cristãos são obstáculos para que os
socialistas implantem suas ideias mirabolantes e façam possível o tal ‘outro
mundo’”.
A desvalorização do cristianismo
na mídia seria, na opinião de Martins, uma ação implementada para atender
interesses de grupos políticos: “Por isso, essa gente precisa destruir os
valores do cristianismo, pra poder inserir seus novos valores no lugar. Daí, a perseguição aos cristãos não comove,
não choca. Qualquer coisa que enfraqueça o cristianismo é potencializada, é
usada como uma ferramenta de destruição, seja ela outra religião, movimentos
que afrontam valores, ou mesmo movimentos de desmoralização, como vimos na
visita do papa ao Brasil”, exemplificou.
“Retratado como retrógrado ou
opressor, o cristão está constrangido. Defender cristão virou coisa brega. As próprias
instituições cristãs caem nesse jogo, e denunciam timidamente essa perseguição.
E a tendência é que a matança só venha a aumentar. A saída para os cristãos é
entender que são vítimas de uma estratégia e reagir, pois com a consciência,
coragem, com a sabedoria cristã, não há ideia, não há espada, não há foice e
martelo que tenha força suficiente para derrubar uma cruz”, resumiu.
Fonte: Gospel +

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